
Embora não pretenda demorar ( pois, com o perdão do aparente chiste, tenho que alimentar um quelônio aquático na casa de minha "amante"), simples desejos de boas vindas não fariam jus ao momento. Vá lá: agradeço seu olhar e o diamante precioso que é o fato de você gastar sua energia psíquica na leitura de meus escritos neste mesmo instante. Mas como tenho observado, a literatura dos blogs à qual somo forças neste dia tem seu caráter profundamente ligado à crônica e à partilha de olhares. Uma tarefa dantesca, eu diria, nestes tempos insólitos.
Ontem mesmo saí de uma palestra interessante sobre a Fraternidade Branca com a premissa de aliar assuntos como os Mestres Ascensionados com a física quântica, e é perfeitamente possível, uma vez que esta tecnologia chamada palavra permite que possamos estabelecer contato, interpretação e superinterpretação entre tudo, nada e, quem sabe, mais um pouco. Borges e Eco que me perdoem, mas as bibliotecas infinitas e as associações infinitas tendem muitas vezes à coisa alguma.
Não estou dizendo escrevendo um monte de coisas ao léu. De repente até estou, mas no momento acho que não, pois há essa luta de fazer o mínimo sentido pra você. Não estou criticando a natureza da palestra. Tenho estudado o que dá pra estudar na grande e incentivada arca de publicações científicas que é o sistema acadêmico brasileiro e trabalhado (agora mais lento do que outrora) na associação do quantum com a Arte, mais precisamente a literatura ou qualquer veículo de contar histórias. Não lidava faz tempo é com esta parte dos saberes cósmicos da outra metade da palestra que renderá um post futuro do tipo pero que las hay, hay! .
Ocorre contar é a dicotomia entre a pergunta de uma espectadora e a postura do palestrante e de grande parte dos terapeutas holísticos avessos à Freud: a postura do Foda-se! sem ser ególatra, apesar de tudo freudiana, ainda que em sua superfície semântica. A espectadora levantou seu braço num ângulo de setenta e seis graus de acordo com a latitude da sala em função do trópico de Capricórnio e perguntou se o palestrante poderia descrever de modo cartesiano como é que ele transita entre a 3ª e a 4ª dimensão.
Sim, eu achei que ela era a velhinha de Donnie Darko e senti um laivo de esperança em ler aquele livro sobre viagens no tempo.
E sim, esta é a parte que difere de qualquer alusão à Seinfeld que você possa ter suscitado no afã da síndrome da Obra Aberta, ao ler a frase que está abaixo do nome deste blog. A intenção do autor dessa página é falar das coisas que supostamente ele gosta e supostamente domina, e discutir aquilo que teoricamente entende ao olhar para os "fatos" do mundo. No entanto, sempre haverá a possibilidade de escrever qualquer porcaria que vier à telha, tais como discorrer sobre a noite passada em lugar de simplesmente dizer welcome.
Acredite ou não, o palestrante deu a única resposta que poderia oferecer acerca da necessidade de materializar conceitos tão distantes até mesmo de abstrações, de um modo que até Stephen Hawking possivelmente o faria: Não dá.
É impossível explicar Tudo. É impossível explicar nada. Pois tudo está distante tal qual a onisciência está de nossa posse, e nada é explicável quando as palavras que ouvimos possuem o crivo seletivo e maniqueísta de nossas mentes abertas e repletas de amor descompromissado...
Assim sendo, bem-vindo. A Miríade alberga tudo e tudo está fora dela.
Bem-vindo pela primeira vez a um lugar do qual você jamais saiu enquanto nunca esteve.
Ontem mesmo saí de uma palestra interessante sobre a Fraternidade Branca com a premissa de aliar assuntos como os Mestres Ascensionados com a física quântica, e é perfeitamente possível, uma vez que esta tecnologia chamada palavra permite que possamos estabelecer contato, interpretação e superinterpretação entre tudo, nada e, quem sabe, mais um pouco. Borges e Eco que me perdoem, mas as bibliotecas infinitas e as associações infinitas tendem muitas vezes à coisa alguma.
Não estou dizendo escrevendo um monte de coisas ao léu. De repente até estou, mas no momento acho que não, pois há essa luta de fazer o mínimo sentido pra você. Não estou criticando a natureza da palestra. Tenho estudado o que dá pra estudar na grande e incentivada arca de publicações científicas que é o sistema acadêmico brasileiro e trabalhado (agora mais lento do que outrora) na associação do quantum com a Arte, mais precisamente a literatura ou qualquer veículo de contar histórias. Não lidava faz tempo é com esta parte dos saberes cósmicos da outra metade da palestra que renderá um post futuro do tipo pero que las hay, hay! .
Ocorre contar é a dicotomia entre a pergunta de uma espectadora e a postura do palestrante e de grande parte dos terapeutas holísticos avessos à Freud: a postura do Foda-se! sem ser ególatra, apesar de tudo freudiana, ainda que em sua superfície semântica. A espectadora levantou seu braço num ângulo de setenta e seis graus de acordo com a latitude da sala em função do trópico de Capricórnio e perguntou se o palestrante poderia descrever de modo cartesiano como é que ele transita entre a 3ª e a 4ª dimensão.
Sim, eu achei que ela era a velhinha de Donnie Darko e senti um laivo de esperança em ler aquele livro sobre viagens no tempo.
E sim, esta é a parte que difere de qualquer alusão à Seinfeld que você possa ter suscitado no afã da síndrome da Obra Aberta, ao ler a frase que está abaixo do nome deste blog. A intenção do autor dessa página é falar das coisas que supostamente ele gosta e supostamente domina, e discutir aquilo que teoricamente entende ao olhar para os "fatos" do mundo. No entanto, sempre haverá a possibilidade de escrever qualquer porcaria que vier à telha, tais como discorrer sobre a noite passada em lugar de simplesmente dizer welcome.
Acredite ou não, o palestrante deu a única resposta que poderia oferecer acerca da necessidade de materializar conceitos tão distantes até mesmo de abstrações, de um modo que até Stephen Hawking possivelmente o faria: Não dá.
É impossível explicar Tudo. É impossível explicar nada. Pois tudo está distante tal qual a onisciência está de nossa posse, e nada é explicável quando as palavras que ouvimos possuem o crivo seletivo e maniqueísta de nossas mentes abertas e repletas de amor descompromissado...
Assim sendo, bem-vindo. A Miríade alberga tudo e tudo está fora dela.
Bem-vindo pela primeira vez a um lugar do qual você jamais saiu enquanto nunca esteve.
5 comentários:
Ahhh como eu estava com saudades de "ouvir" as palavras de Fidélis!! hehe...
É sempre bom estar em contato com vida inteligente!
Saudades, FidFid!!!
Beijosssssssss
Tudo isso pra explicar o tudo ou nada? xD
Bom, mero humano que estuda apenas a linguagem das máquinas, vou passar aqui pra um dia tentar entender a linguagem que vos apresenta com este vocabulário vasto e de palavras incompreendidas por este que redige o comentário... hahaha
Acho q vc também errou algo no seu perfil, dá uma olhada aí... abraços!
alimentar um quelônio aquático... falando assim parece um monstro gigante, haha !
Marcela Borges aqui (:
saudades, Fid s2
Good
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