Desde que comecei este blog há menos de um mês, num ímpeto de necessidade de expressão de um avatar moribundo (o professor como uma das máscaras de meu ego), muitas idéias surgiram e embora seja uma pessoa essencialmente caótica por questões de comunhão com a natureza do universo, a adoção de uma sistemática para conferir uma identidade à Miríade foi algo que fustigou meus neurônios sedentos por aprendizado internético e informático e expressão anímica.
A busca pela identidade do blog, pensando bem, não é anti-natural e nem conflita com o Caos, mas talvez seja, antes de tudo, uma decorrência natural dos padrões caóticos de minha própria limitação de percepção... vai saber...
No entanto, se existe alguém que retorna a esta página com qualquer frequência que seja, peço para que tente, ao menos um pouquinho, dialogar, deixar um post, um olá... continuarei a postar mesmo que ninguém o faça, mas já enjoei de monólogos no início de minha carreira nos palcos e não quero enjoar de novo. Olha lá! Mais um pouco eu grunho um sniff! e fico de joelhos.
...
Eu, hein??
Bem, de qualquer modo, por enquanto haverá algums posts fixos, para alguns temas. O blog tem se configurado como um lugar com links para coisas que acho interessantes em nível cultural e portanto uns nomes foram surgindo na cabeça de vento aqui: "Toda Jornada" será o nome de posts que possuem caráter filosófico, embora eu não saiba ainda se é filosofia ligada a caminhar, uma qualquer filosofia.
"E LA NAVE VA" será sobre declarações célebres, principalmente de repercussões políticas. Se minha voz não encontra forças para condensar o que ouço ou leio, não vão sair as perfídias políticas pelo outro ouvido, ou sem filtro, por seu lugar de excelência, o outro olho, tão bem ilustrado pela mais famosa capa de disco de Tom Zé, se não me engano.
E "metalinguagem" será o nome dos posts para escrever sobre... não. Me recuso. Já cansei de falar sobre isso mil vezes. Se você consegue ler com certa fluidez isso tudo, até agora, que se lembre daquela aula sobre as funções da linguagem e entenda. Chega de pegar na sua mão. E se você não sabe o que é, ligue a trilha do Indiana Jones, que logo logo volta aí (Ei , Harrison, é isso aí! Seu negócio é chapéu com estilo e Millennium Falcon, que aterrisa sem reverso!! é muito retrocesso trocar a princesa Lea pelo Air Force One) e chicoteie os neurônios com pesquisa e leitura.
Além disso, vem aí dois tipos de posts supimpas com pretensões de publicação: um sobre as mazelas e distopias escrotas que vivenciei nos meandros da educação e um livro (literário. é.) a ser escrito aqui. (Não, não quis ser original. Nem aderir à moda. Largue a mão de ser xiita do pedantismo excludente e pense que estarei escrevendo um livro e não assistindo programas dominicais de auditório. Não todo domingo.)
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